"Não há nada mais espantoso que a raiva, nada mais curvado sobre a própria força. Se bem-sucedida, nada mais arrogante; se frustrada, nada mais insano — como ela não é forçada a recuar pelo cansaço mesmo na derrota, quando a sorte elimina seu adversário ela crava os dentes em si mesma"
SÊNECA, SOBRE A RAIVA, 3.1.5

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